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08 de Março – Dia Internacional da Mulher

Publicado em: 06/03/2017 às 16:05 - Categoria Bem Viver
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‘‘O que significa ser UMA VERDADEIRA MULHER?’’

Em 08 de março comemora-se o Dia Internacional da Mulher. Data significativa, quando mulheres de todo o mundo se manifestam para lembrar suas conquistas, alcançadas depois de árduas lutas históricas.
Perdões tem verdadeiras mulheres em vários segmentos da sociedade: seja na religião, seja no lar, seja nas empresas, seja no comércio, seja no social ou no dia-a-dia.
O Jornal VOZ convidou 4 mulheres para responder à pergunta: ”O que significa para você, ser uma verdadeira mulher?” e também pediu uma mini biografia.

Margarida Maria Alvarenga Resende, filha de Altamiro Augusto Alvarenga, homem de fé inabalável, de um espírito desp1rendido, caridoso por excelência, retrato da solidariedade com os menos favorecidos, presença doce e marcante em todos os enterros… Silencioso, passo a passo subia quantas vezes fosse… a ladeira de pedras polidas… Com o terço nas mãos calejadas da lida… Vaqueiro, boiadeiro, homem roceiro.
Filha amada também de uma pedra preciosa, Maria das Dores Alvarenga, D. Lilia, que bem cedo partiu para o céu, 55 anos, mas deixou de herança o dom mais sublime…da oração! Que é perceptível por todos os poros que a nossa mãe respira.
D. Margarida é para todos nós, que a amamos, um presente de Deus! Ela também foi lapidada pelas mãos do mais abençoado esposo e pai que Lilia e eu, tivemos o privilégio de ter na terra dos homens. Homem de “Aço e Flores” foi nosso pai Dimas Resende Filho.
E para completar, D. Margarida, nossa mãezinha querida, nos deu uma grande lição de coragem e determinação – no ano de 2016, concluiu o curso de 4 anos de Teologia na SAB em Belo Horizonte, tendo-o concluído com louvor e sem uma falta se quer!
Te amamos!
Lilia e Helga
(descrição de suas filhas)

Dona Margarida, respondendo à pergunta do Jornal VOZ, destaca que:
Uma verdadeira mulher, é aquela que, junto com todos os homens e mulheres de boa vontade faz acontecer o Bem Comum; renunciando a si mesma, toma sua cruz diária com amor, alegria, e segue Jesus. É aquela que tem por modelo Maria e responde a cada dia: ‘Eis aqui a Serva do Senhor, faça-se em mim, segundo a tua Palavra’.


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Arithuza Alcioni Passos e Marciano, professora, casada com Adair Marciano, mãe da Ana Augusta Passos Marciano. Gosto de orar, dançar, ouvir música e receber visitas.
Respondendo à pergunta do Jornal VOZ, ressalta:
Ser autêntica. Aceitar os desafios da vida, acordar todos os dias com o coração cheio de fé e amor. Começar o dias com alguns verbos como: orar ,confiar, amar, perdoar, perseverar, lutar e vencer. Com a ajuda de Deus tudo é possível!
Feliz dia das Mulheres!

 

 


Adalgiza Pereira Silva, casada com Pedro Santana e mãe de Italo Pereira Santana. Professora aposentada . Lecionei para o pré escolar e geografia para o primeiro e segundo grau por vinte e 3cinco anos em quase todas as escolas de Perdões, portanto com uma legião de ex alunos, que procuro ter como amigos ao longo do meu caminho. Tenho muito orgulho de cada um deles que estão comigo em cada jornada que tenho feito em prol da Santa Casa de Misericórdia de Perdões ou de crianças com doenças raras que tentamos socorrer. Desde sempre, aprendi com meus pais, lindos e muito queridos, Lazico e Maria, em sua simplicidade comuns de pessoas da Zona Rural, estender a mão ao próximo. Escolhi minha profissão, talvez por nos colocar sempre tão perto, junto e misturado às pessoas de todas as classes sociais e culturais. Trabalhei desde os 18 anos no LATEMP, por oito anos como voluntária. Procurei ajudar a Santa Casa para que não fosse fechada pela Vigilância Sanitária por excesso de ferrugens e falta de estrutura em seus banheiros, dentre outras coisas, sempre com a parceria do povo perdoense. Costumo dizer que quem tem amigos e ex alunos não tem o que temer. Juntos somos muito mais. Sou muito feliz por cada centelha de amor que encontro quando me deparo com um problema e logo vem a solução através de eventos como bingo beneficente, cavalgada, desfile, rifa,pedido de doações.
Tenho muito orgulho da credibilidade que me dedicam e aproveito este momento para agradecer a todos a solidariedade. Sozinha, sem meu marido, filho, pais, mesmo com mais de oitenta anos, me ajudam muito, irmãos, cunhadas e sobrinhos, além de toda a comunidade , a este jornal e à família Bertoni, nada seria possível, com certeza.
Respondendo à pergunta do Jornal Voz, sobre o papel da mulher, prefiro compartilhar as palavras de Luiz Fernando Verissimo, que não deixa nada a desejar:
‘‘Tenho apenas um exemplar em casa, que mantenho com muito zelo e dedicação, mas na verdade acredito que é ela quem me mantém. Mulher vive de carinho. Dê-lhe em abundância. É coisa de homem sim, e se ela não receber de você vai pegar de outro. Beijos matinais e um ‘eu te amo’ no café da manhã as mantém viçosas e perfumadas durante todo o dia. Flores também fazem parte de seu cardápio – mulher que não recebe flores murcha rapidamente e adquire traços masculinos como rispidez e brutalidade.
Respeite a natureza. Você não suporta TPM? Case-se com um homem.
Mulheres menstruam, choram por nada, gostam de falar do próprio dia.
Não faça sombra sobre ela. Se você quiser ser um grande homem tenha uma mulher ao seu lado, nunca atrás. Assim, quando ela brilhar, você vai pegar um bronzeado. Porém, se ela estiver atrás, você vai levar um pé-na-bunda.
Aceite: mulheres também têm luz própria e não dependem de nós para brilhar. O homem sábio alimenta os potenciais da parceira e os utiliza para motivar os próprios. Ele sabe que, preservando e cultivando a mulher, ele estará salvando a si mesmo.
É, meu amigo, se você acha que mulher é caro demais, vire gay. Só tem mulher quem pode!’’(Luiz Fernando Veríssimo)


 

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Maria Helena de Carvalho Alves, do lar, casada com João Alves Batista, mãe do Randolfo José Carvalho Alves, pertenço a Igreja Católica, na qual atuo na coordenação da Pastoral dos
Coroinhas da Matriz, faço parte da equipe de Liturgia e também coordeno juntamente com meu esposo a Capela Dom Bosco.
Respondendo a pergunta do Jornal VOZ:
Para mim, ser mulher é uma dádiva de Deus, pois ser mulher é ocupar o espaço da igualdade. Ser mulher é olhar para o esposo a quem Deus lhe deu como companheiro e partilhar com ele seus sonhos e juntos viver como família. Ser mulher é ver seu filho crescendo sob a proteção de Deus. Enfim, ser mulher também é servir com alegria na comunidade paroquial a qual participo e dizer como Maria, ‘o Senhor fez em mim, mulher maravilhas e santo é seu nome…’

 

 



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