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104 anos de Perdões: Tarde de lançamento

Publicado em: 26/12/2016 às 14:00 - Categoria Cultura
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Como foi boa a tarde de sábado – 17 de dezembro.
Reunir amigos, muitos amigos não é fácil, não. Eu consegui. Eu? Nada! Só fiquei sabendo de tudo, quando tudo estava armado. Tudo foi arrumação de Bionda , Toia.
Ainda ficaram muitos amigos que se comunicaram comigo pelo telefone, rádio, facebook, cartões e flores.
Nada melhor que ser lembrada ou atendida pelos convites feitos por meus filhos e neto. Foi o primeiro alerta. O segundo foi feito no sofá de minha sala.
Estávamos lá. Ramires ótimo fotógrafo. Cata tudo que vê. Nei Anderson e eu.
Reunidos para uma entrevista. Achei que não conseguiria nem começar, porque mesmo que não queiramos a emoção trava nossos pensamentos, nossos sentimentos e a nossa capacidade de responder.
Mas o Nei, como bom jornalista que é, conduz a conversinha de tal modo, que logo, logo a gente se sente em paz.
Foi muito boa a entrevista gravada para a Alternativa TV. Obrigada Nei, obrigada Ramires, que não estavam no encontro de amigos no Centro Pastoral. Senti falta de vocês.
Enumerar todos os amigos que estavam lá, não é possível. Escolher entre aqueles que mais se aproximam de minha idade, é mais ou menos viável.
O grande poeta repentista do Barreiro (comunidade) estava lá, e me fez um versinho ao nos encontrarmos no caminho que liga um prédio ao outro.
Caminho lindo! É o Sr. Tidinho, Célia, Delza, Mariza, Izinha.
Colegas do gostoso tempo de professoras, eram algumas.
Que vieram de outras cidades. Maristela e Gabriel, amigos, primos e apreciadores do que é belo. A festa estava linda, mesmo. Colega do Afonso, meu filho, na ESAL (Ufla) é o Nena. Na mocidade Nena vinha se hospedar comigo, dormia no sofá da sala. Vinha para namorar a Regina, com quem se casou. Estavam os dois.
Afonso com 4 amigos. Netas Mônicae Hebert, Gra e Bill.
De Três Pontas – Mari Elvira, a filha Raquel e os netos Léo e Clara. Como neta de peixe é peixinho, Clara recitou uma elegante poesia.
De Três Corações – a neta Giselly, o marido José Alberto e o filho Rafael. Às vezes comportado às vezes, não.
De Santo Antônio do Amparo, a mais recente amiga que conquistei, a Joana de Deus.
Seminarista Yury e seu pai, São Sebastião da Estrela. Bruno Costa veio de São João Del Rei. De Cana Verde a Toninha, mãe de Padre Jorge. De Belo Horizonte, Ebe e Bosco (filho) que me conduziu até a mesa, dos incríveis autógrafos”.
Pedro Ferraz (pode ser profissional da fotografia), a esposa Érica e as filhas Helena e Marina. Dil, Tati e o esposo Orlando.
Para homenagear meu ofício de professora primeira no G.E. Otaviano Alvarenga meus netinhos Rafael, Marina, Clara, Helena, Vinícius e Leonardo, estavam com o uniforme usado na época.

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A sala de aula, arrasou. Móveis, mesa, cadeiras, estantes, como era uso naquele tempo.
Um mural com a Lili. Chamando, pedindo que olhassem para ela. Por que?
Porque estava com a barriga em tempo de estourar pela quantidade de doces que havia comido.
Campainha, esquadro, Globo Terrestre, Bandeiras do Brasil, Minas Gerais, Perdões e G.E Otaviano Alvarenga. Quadro –Negro (verde), um relógio que me fez cantar: Por que não paras relógio, seria uma boa. Quem decorou a sala de aula foi o Chitarra, um amigo, que tenho há muitos anos. Estava lá com os pais.
Mauro, meu aluno Mauro, Mauro de D. Cecília, e finalmente Padre Mauro, com os amigos.
Se não fosse Padre Mauro, esse livro, primeiro livro e não sei se o único.
Material para outro, com novos personagens, já tenho.
Escrever, escrevo um texto por semana no Jornal VOZ, da Regina.
Não me pesa. Agora fazer a parte de preparação, o que meu amigo Padre fez, não é fácil, não.
Havia segredo. Muitas vezes atendia o telefone. Era o Mauro, procurando a Toia. A burocracia ficou por conta dele.
Não desconfiei de nada. Toia é muito procurada para marcar consultas. Achei que fosse isso.
Depois de colocar meu nome Alba. Alba? Que nome lindo! Quem é? Quem disse isso foi a grande escritora mineira Adélia Prado, quando aqui esteve.
Padre Adenir muito gentilmente emprestou dois salões do Centro de Pastoral São José, que foi muito elogiado. Prédio lindos, jardins bem cuidado. Padre Adenir – não estava lá.
O tom alegre da festa, foi dado pela Orquestra Sopro dos Anjos, do maestro Isaías. Como o sopro sabe alegria um ambiente! ‘A Professorinha’ foi a 1ª música a ser tocada. Obrigada pela homenagem.
Depois disso tudo, veio o melhor da festa. Eu acho. Uma mesa enorme, carregadinha de quitutes.
Também foi surpresa. Comecei numa ‘ponta’ da mesa e fui provando até a outra ponta. Comi tudo. Mas, aquela broinha de fubá de canjica, valha-me Deus, estava uma de-lí-cia.
Assim terminou o meu sábado de Lançamento de “As veredas de Alba, nos barcos da vida.”
Senhor Bom Jesus do Perdões e Nossa Senhora das Graças, padroeiras de nossas 2 paróquias nos tomem debaixo de sua proteção.
Olhando para a parede da Escola Virtual digo: Por que não paras relógio? Não me faças padecer…
O Natal está aí. O menino Jesus espera sua decisão. Vamos todos a Belém ver José, Maria e Jesus, também?
Bate o sino pequenino sino de Belém… então vamos, Ele nos chama.
Amém! Amém! Amém!
Em tempo – Obrigada ao Pe.Jorge, que me deu uma força com sua presença, sua bondade e ternura.
A todos os presentes amigos. E principalmente aos que ajudaram na beleza do ambiente. Mil vezes – Amém!


Por Alba Rezende Bastos (D.Iaiá)

 



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