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105 ANOS DE PERDÕES: ” A CANECA QUEBRADA”

Publicado em: 13/11/2017 às 11:33 - Categoria Cultura
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“É difícil esquecer pessoas ou coisas que nos foram queridas e fizeram parte de nossas vidas”.
Escrevi isto quando me referi a Êta, a menina que morava comigo.
Hoje vou falar de um presente que ganhei em 2015, vindo de São Paulo, comprado na rua 25 de Março e conduzido com cuidado e prazer, até que chegasse às minhas mãos.
Recebi com a maior felicidade (era meu aniversário) não guardei a 7 chaves, como é costume fazer ou falar, porque meu gosto era aprecia-lo.
Coloquei-o ao lado de outros presentes que já havia ganho ou ganhado? Sei não!
Vou descrever o presente para que vejam, se tenho ou não, motivo para sentir a perda de um deles – a Caneca.
Eram 3 lindas peças. Um pratinho onde me acostumei comer alimentos sólidos, como doce com queijo, macarronada, tropeiro.
A tigela, onde tomo uma sopinha de macarrão, de batatinha, de legumes, e outros. Amo sopas.
A caneca minha linda e estimada caneca, onde tomava um chocolate, um suco, refrigerante e café com pão picadinho.
Receita do pão picadinho – Tome um pão de sal amanhecido, pique bem, coloque na caneca, ponha um pouquinho de açúcar, misture e por fim, o café quente, até cobrir o pão). Pode tomar que é uma delicia. Para tomar, eu uso colherzinha de plástico, que trago dos caldos que tomo nas barraquinhas das igrejas. Agora ela partiu.
Partiu. Não faz mais parte do grupo dos 3 amados presentes.
Partiu em 3 pedaços maiores e em alguns menores.
Um aperto no coração. Até é pecado sentir tamanha falta por objetos, mas não consegui me acostumar. Por 2 anos eu admirava esse conjunto.
Foi um presente de Padre Jorge, ainda Diácono, que teria ido a São Paulo.
Quando Toia contou a ele o sucedido, ele disse: “objeto a gente põe outro no lugar”.
A notícia que vem agora é de gente miúda, interessante e querida. De alguns de meus bisnetos. Dos 16 vou falar de 5.
Difícil reuní-los. Ainda não consegui. No final da última semana, aproveitando o feriado de quinta-feira, as filhas de Albinha, Gizelly e Grazielly, vieram com famílias e quase uma mudança passear em Perdões. Antônio José, não veio, porque mora aqui.
Da família da Albinha o bisneto primeiro é o Rafael, 4 anos, filho de Gizelly e José Alberto, se considera o pai de todos, e “toma conta” direitinho.
Depois é o João Antônio, de Antônio e Melca. No final deste mês completará um aninho e já caminha que é uma graça.
Os 3º e 4º são os gêmeos. Miguel nasceu 2 minutos antes de Luíza. Graças a Deus são espertos, sorridentes, lindos e sadios.
Neste 16, farão 5 meses. São filhos de Grazielly e Bil.
O quinto neto de Albinha e décimo sexto bisneto meu, é Pedro, buchechudinho, mama que dá gosto ficar apreciado. Pedro nasceu em 22 de setembro, em plena primavera. É filho de Gizelly e José Alberto. Que todos eles cresçam com saúde, em paz, amor e obediência aos pais.
Chá de panela
Embora não tenha visto nenhuma panela lá, a festa se chamou assim. Mas também foi culpa minha. Chegamos, Cal, Toia e eu. Colocamos os presentes onde era pra colocar.
Assentamos em uma mesa. Não. Assentamos em cadeiras em volta de uma mesa, próxima da piscina de águas borbulhantes e azul, como azul é o céu, o manto da Virgem Maria e outras coisas mais.
Não fomos à cozinha. Lá sim! Devia haver panelas e mais panelas, porque o cheirinho gostoso de manjares feitos na hora, era o suficiente para despertar nosso apetite.
Batatinha frita, fininha e crocante. Carnes, sanduiches, tira-gosto, balas, bolos, tudo que agradasse aos convidados. Muitos foram os convidados.
Cumprimentei poucos. Revi, Amanda (Cana Verde) uma simpatia de pessoa que conheci na bênção da Capela das Rosas, naquela manhã gloriosa, lá na Lagoa, sítio de Maria e Wladimir.
Revi também a Cida, prima de Maria, com a filha Jaqueline, que nos trouxeram de Lavras, notícias de nossos queridos amigos de lá.
O neto de Cida, filho de Jaqueline é uma criança interessante e ótimo fotógrafo.
Valéria (Candeias) moça bonita, alegre, educada, fez-me boa companhia, falando da beleza e “gostosura” da festa que Maria e Wladimir prepararam para a filha Mariana e o futuro filho Júnior Carvalho.
A felicidade brotava dos olhos, do sorriso, da hospitalidade dos noivos e pais.
Festa linda, alegre, simpática com anfitrião que não descuidavam de nenhum detalhe para uma festa de Amor.
Eu gostei, amei, muito boa.
Que a Sagrada Família, onde Jesus nunca deixou de estar presente, esteja neste lar que está sendo preparado para início em 12/01/2018, conforme “tabuleta instalada no recinto da festa”.
Felicidade, paz, fé, esperança. Caridade, amor, muito amor, sejam constantes no novo lar. Parabéns!
Amém! Amém! Amém!


Por Alba Rezende Bastos (D.Iaiá)


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