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105 anos de Perdões: Manhã gloriosa

Publicado em: 21/08/2017 às 10:21 - Categoria Cultura
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Nunca pensei que uma simples frase minha serviria de cunha para que pessoas que escrevem tão bem a usassem.
Minha frase é esta: “com amigos, na missa de benção da Capela das Rosas, manhã de sábado gloriosa”.
Vou repetir aqui, o que foi “planejado” naquela manhã gloriosa de sábado.
Maria do Socorro, a dona do encontro, disse: um sonho só se realiza com fé, luta e muito amor! Graças a Deus por esta manhã gloriosa! Quando li no Facebook, achei engraçado, mas continuei.
Passei para a página de Yuri, um seminarista muito alegre, cheio de vida, contente pelo que pretende ser. Ele disse: ‘‘como é bom poder celebrar a fé, a vida e a amizade! Adorei passar a manhã de sábado com vocês… foi mesmo uma manhã gloriosa.’’
O nosso querido e amado Padre Jorge, o Celebrante da Missa na Capela das Rosas, disse apenas – “Gloriosa”! essa palavra resumiu tudo? Amém!
Capela… capelinha… capelinha mesmo. Pequena pelas dimensões. Porém grande, enorme, espaçosa, no poder da fé, da luta do amor.
Amanda, moça simpática que fiquei conhecendo naquela manhã gloriosa, com outras palavras, disse tudo.
Apesar do pouco espaço, para a celebração, estavam lá todos os santos protetores, Nossa Senhora da Perpétua Socorro, São Sebastião, Santa Rita, Nossa Senhora Aparecida, São João Paulo II, Jesus Crucificado, e os celebrantes Padre Jorge e seminarista Yuri. Encantamento e esperança não faltaram.
Agora vou a apresentação do lugar. Lugar ameno, natureza ímpar. A manhã gloriosa estava fria, nebulosa, mas quente, porque estávamos em meio de amigos. Amigos, principalmente da comunidades onde Wladimir e Maria escolheram para erguer tão simpática capela.
Lagoa. Poucos sabem. Vivi na minha infância, 3 anos lá, na Lagoa. Procurava, procurava e não achei a lagoa.
Aqui, nesta assembleia de pessoas de Perdões, irmãos, primos, amigos, filhos de WladMaria estavam lá. Da Lagoa que era o maior número de pessoas, não eram os conhecidos de quando lá vivi. São filhos e netos, e bisnetos de Dona Salzira, D. Eloina, comadre Nicota e tantas outras.
A água, símbolo de nosso primeiro encontro com Deus, jorra borbulhante, cantante, vaidosa pelos lindos locais onde passa.
Nada tão belo e divino como apreciar água, terra e céu, dons que Deus preparou para nós.
Nessa manhã gloriosa em que percebi com os olhos da alma e o pulsar do coração o quanto Deus é bom.
Muito emocionante foi a benção que Padre Jorge derramou sobre Gabriel, filho de Maria e Wladimir e da Fernanda, esposa de Gabriel, que partem para a África, onde Gabriel vai trabalhar.
Nós, também, Gabriel e Fernanda, que participamos dessa benção, pedimos aos protetores que sejam seus companheiros.
A fé está no ar!
Amém! Amém! Amém!


Por Alba Rezende Bastos (D.Iaiá)


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