104 anos de Perdões – Perseverança

13 de fevereiro de 2017 10:49 974

Ontem, segunda-feira, fugi ao meu costume. Em vez de começar meu artigo para o Jornal VOZ, fui fazer um tercinho. Empolguei-me com um punhado de “pérolas” brancas que estavam esquecidas em uma caixinha. Contei 59 “pérolas”. Número exato para o terço.
Assentei-me na poltrona, onde muito vejo e pouco manejo, meu computador (por incrível que pareça, pouco conheço dele).
53 pérolas, para as Ave Marias e 6 para os Pai Nossos.
Ao fazer essa contagem, caiu de minha cama, onde espalhei tudo.
Crucifixo, contas, missangas, fios de náilon e um “tanto suficiente de paciência”.
E agora? Com certeza já notaram que nas celebrações eucarísticas, não ajoelho? Tenho a sensação de que meus joelhos estão cheios de preguinhos. Com dificuldade catei. Colhi. Contei. Faltam 4. Onde estarão?
Voltei a procurar no piso. Nada!
Procurei com as mãos, porque a visão é fraca. Nada de encontrar as 4 benditas ‘‘pérolas’’. Não desisti. Minha cama é bicama. Quem sabe caíram na cama debaixo. Fui abrir. As 4 estavam bem escondidinhas na dobra da colcha. Graças a Deus, não falhou meu plano. Alegre, por ter essas 4 ovelhinhas brancas, comecei meu trabalho.
Coloquei o crucifixo, 1 Pai Nosso, as 3 Ave Marias, o outro Pai Nosso e a Salve Rainha. Consegui fazer dois mistérios.
Por um descuido meu, soltei o fio de náilon, aí as 22 contas dos 2 mistérios, rolaram pelo quarto afora. Missangas que separam as contas uma das outras, eram demais.
Agora sim. Vou usar da paciência que reservei até agora. Em 2 horas consegui as pérolas. As missangas, nem todas.
Alguém que estava comigo nessa hora, me disse: “A perseverança é tudo. Quando começamos um projeto, devemos levá-lo até o fim”. Resolvi, então, que a coluna desta semana, em homenagem ao sábio conselho desse amigo, vai ser “Perseverança”.
Com muito cuidado, fui vagarosamente, colocando pérola por pérola, missanga, por missanga, até o fim. Obrigada amigo, querido, pela lição.
Perseverar em tudo. No Fazer e no Ser. Agora, no Ter é sempre Deus… e não precisa mais nada! Deus em nossos afazeres.
Um outro perseverar, consegui agora mesmo. Comer empadinha de camarão com palmito e um molhozinho de tomate. Parei de escrever quando disse: Obrigada amigo!
Fui ao telefone, disquei, logo a Thiana me atendeu. Dei meu recado. Ela aceitou de fazer. (os salgadinhos da Thiana, são como maná vindos do céu e tem gosto de quero mais.
Thiana viaja amanhã dia 8, mas na terça-feira ela fará meu desejo.
Vamos preservar. Uma coisa que gosto de preservar é celebrar com um sorvete, aniversários aqui de casa.
Meu convite é feito quase na hora. Sábado iria convidar Ana Nery, dia 1º de fevereiro, Vitória, Renato, Iole, Lavras e Fabiano BH, todo o dia 5.
Dia 6, não me esqueço de dar um alô ao Padre Frei Francisco. Diz ele são 53 anos bem vividos para Deus. Amém.
Não houve os convites. Pois a chuva, que é sempre bem-vinda veio, para agradar milhares.
Conheci, ontem, 6, depois de muito esperar, uma pessoa que desde a 1ª exposição de Fatos e Fotos, estou tentando encontrar. É a Cida do Lázaro, mãe de Henrique e Mateus e tetraneta de Romão Fagundes.
Foi assim. No Programa da Novena de N.S. de Lourdes, diz que dia 6 é em casa da Cida do Lázaro.
Fomos, Tóia e eu. Rezei, comunguei, só depois, durante a barraquinha é que a procurei. Muito simpática. Gostei dela. Vamos nos encontrar novamente para falar de Romão Fagundes.
No Jornal VOZ de 19 de novembro, dei a seguinte notícia: Mais uma vez este final de semana foi recheado de antigas amizades. Gabriel Lopes e Maristela, sua esposa, estiveram aqui para nos visitar e visitar Perdões.
Acho que Gabriel não veio visitar. Veio despedir. Neste janeiro, ele começou bem. Não quis mais viver entre nós. Foi morar naquela Terra, onde só os bons e amantes de Deus moram. E que esperamos morar também. Que Deus nos ouça!
Amém! Amém! Amém!


Alba Rezende Bastos (D.Iaiá)

 

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