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106 anos de Perdões

Publicado em: 03/07/2018 às 16:13 - Categoria Cultura
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Notícias que guardei no coração

Metade do ano, já se foi. Seis meses se passaram com momentos bons, momentos mais ou menos, e alguns momentos ruins.
Junho o que está terminando foi o mais festeiro. Também quem está querendo se casar não recorre a Santo Antônio? São João, o Padroeiro dos batizados, também ajuda e muito quem está grandinho e espera pelo batismo.
Diz uma música junina que “São João ficou zangado. São João só da cartão com direito a batizado.’’ Isso, porque alguém recorreu a Ele, em vez de implorar a Santo Antônio, o santo casamenteiro. Eu gostei. Apesar de meus 97, aproveitei o mais que me foi possível. Só aniversários de netos e bisnetos, foram 5, 3 batizados, e um nascimento. Nasceu a Luna, gordinha, mansa e esperta. Luna é irmãzinha de Leozinho e filha de Cristina e Adriano.
Pelos meus passeios, pelos textos do VOZ ou pelo Facebook, adquiri muitos e bons amigos. E que amigos! Mais recentemente um morador de Brasília, nascido em Lavras, formado em Agronomia, colega de meu filho Afonso. Pessoalmente não nos conhecemos, mas ele prometeu que vindo a Lavras (seu berço querido e nunca esquecido) virá me conhecer. Esta pessoa é o Dr. Paulo Roberto da Silva, escritor de primeira linha e professor na Universidade de Brasília. Pode ser identificado, também, como primo da Jane do Ofenizinho.
No aniversário de Fernando, fiquei conhecendo uma pessoa admirável. Educada, simpática, boa conversa. Para cada um, ele tem a prosa certa, exata que agrada.
Me apresentaram como primo de Hélio Garcia. Não precisava. Comigo, falamos sobre escolas (isso foi antes da greve). Pensei comigo. Esse moço é deputado ou candidato.
Nem uma coisa nem outra. Tive a ousadia de perguntar o que ele fazia ou o que ele é, respondeu-me apenas: Sou um velho amigo de Fernando.
Ele é nosso vizinho de município. Santo Antônio do Amparo. Não almoçou com o Fernando, porque a comadre de Santo Antonio, estava esperando-o para almoçar com ela. 3 horas da tarde. Seu nome é Alencar Guimarães Carvalho. Reside em Belo Horizonte.
(Vou interromper por instantes, para repetir o que uma perdoense escreveu no Face: “7×1, nem dói mais”. Que bom. Estamos absolvidos. Gostei de seu patriotismo. Ótimo.
No sábado da Semana Santa, fomos visitar Padre Jorge em Carmópolis. Renato, Sorália, Vinícius, Toia e eu. Lá conheci 2 Andrés. Um deles é Padre André, baiano, alegre e devoto incondicional da Nossa Senhora das Graças. Veio da Bahia para auxiliar Padre Jorge. Como devoto ele distribui belas fotos da Virgem das Graças.
O outro André, é um jovem de vinte poucos anos, que logo, logo, se tornou amigo de Padre Jorge. Nos finais de semana está sempre disponível para auxiliar o Padre a passear nas comunidades, ajudar receber os amigos de Padre Jorge, que vão lá. É agradável e muito alegre.
No dia de um outro passeio lá, Vitória a motorista, Valderez amiga que tivemos o prazer de levar, Toia e eu.
Nesse dia, Carmópolis festejava a Família. A convite de André, o anfitrião, levou-nos para almoçar com a família carmopolitana. Lá conheci minha sósia, rival e nos tornamos amigas. É D. Terezinha, alegre e feliz.
Conheci o professor Ari que recentemente chegou a Perdões, para morar. É maravilhoso em seus conhecimentos. Gostei de conversar com ele.
Bem-vindo, professor Ari.
3,37m no meu tablete. GOOOOOL DO BRASIL. Viva! O jogo continuou, Neymar muito perseguido. Intervalo.
Aproveito o intervalo como eles estão aproveitando, vou até a cozinha comer fatias de bananas fritas com açúcar.
Lembrei-me de Jerry Adriano. Ele tinha o bom gosto. Era a sobremesa que mais apreciava. Voltei ao meu quarto para continuar meu texto e ver alguns lances do jogo. Mais um gol. Não sei quem os fez. Só sei que Deus e sua Santíssima Mãe nos ajudou nessa conquista.
Amém! Amém! Amém!


Por Alba Rezende Bastos (D.Iaiá)


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